- Não vai acontecer nada com ele. Ele tem foro privilegiado.
Essa frase é comum nas conversas sobre a impunidade às autoridades brasileiras. Mas isso pode estar com os dias contados. Pelo menos debate sobre o assunto já acontece, é o primeiro passo.
O delegado Sandro Torres Avelar, presidente da ADPF - Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal pregou, dia 3 passado, na abertura do IV Congresso Nacional de Delegados da PF, em Fortaleza, mudança na lei que garante foro privilegiado a autoridades. Segundo ele, o modelo atual garante impunidade a políticos e administradores sob investigação por corrupção ou fraudes.
Avelar destacou que desde 1988 o Supremo Tribunal Federal (STF) JAMAIS condenou qualquer réu detentor de prerrogativa de foro privilegiado. "O Brasil ainda é o país da impunidade", afirmou, citando dados da Associação Brasileira de Magistrados (AMB). "Não é possível que, em todos esses casos, não houvesse sequer um culpado."
O delegado assegurou que "o que se pretende não é a punição pela punição, o que se quer é que sejam julgados esses processos". Segundo ele, "para se fazer Justiça tem que haver julgamento, ainda que seja para absolver".
E acrescentou: "É normal? Está correto que de 1988 para cá não houve sequer uma condenação de quem tem foro privilegiado na instância máxima do Judiciário?". E insistiu: "Isso é algo que tem que ser questionado."
Pra finalizar, o delegado o poder de prerrogativa de investigação do Ministério Público: "O Ministério Público não quer ter atribuição de investigar, ele quer ter a prerrogativa de investigar. Com isso, ele deixa de ser obrigado a investigar e passa a escolher quando e quem vai investigar. Isso é inconcebível, é muito perigoso."
Chega de proteção aos criminosos do colarinho branco.
Te cuida malandragem, vai ficar cada vez mais difícil de tu se criar...
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo
Essa frase é comum nas conversas sobre a impunidade às autoridades brasileiras. Mas isso pode estar com os dias contados. Pelo menos debate sobre o assunto já acontece, é o primeiro passo.
O delegado Sandro Torres Avelar, presidente da ADPF - Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal pregou, dia 3 passado, na abertura do IV Congresso Nacional de Delegados da PF, em Fortaleza, mudança na lei que garante foro privilegiado a autoridades. Segundo ele, o modelo atual garante impunidade a políticos e administradores sob investigação por corrupção ou fraudes.
Avelar destacou que desde 1988 o Supremo Tribunal Federal (STF) JAMAIS condenou qualquer réu detentor de prerrogativa de foro privilegiado. "O Brasil ainda é o país da impunidade", afirmou, citando dados da Associação Brasileira de Magistrados (AMB). "Não é possível que, em todos esses casos, não houvesse sequer um culpado."
O delegado assegurou que "o que se pretende não é a punição pela punição, o que se quer é que sejam julgados esses processos". Segundo ele, "para se fazer Justiça tem que haver julgamento, ainda que seja para absolver".
E acrescentou: "É normal? Está correto que de 1988 para cá não houve sequer uma condenação de quem tem foro privilegiado na instância máxima do Judiciário?". E insistiu: "Isso é algo que tem que ser questionado."
Pra finalizar, o delegado o poder de prerrogativa de investigação do Ministério Público: "O Ministério Público não quer ter atribuição de investigar, ele quer ter a prerrogativa de investigar. Com isso, ele deixa de ser obrigado a investigar e passa a escolher quando e quem vai investigar. Isso é inconcebível, é muito perigoso."
Chega de proteção aos criminosos do colarinho branco.
Te cuida malandragem, vai ficar cada vez mais difícil de tu se criar...
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo














2 teimando comigo!!!:
Acho que nem vendo eu acredito, é bom demais pra ser verdade.
Abração
Cara, eu acredito em pequenos passos pra uma mudança vindoura... Sei lá se é utópico. Mas como diria o "sábio" Chorão: "... mas essa porra um dia vai mudar! Se não não mudar, pra onde vou?"
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